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20 de setembro foi a data escolhida para a realização de um projeto muito especial para a cantora Daniela Araújo (Onimusic). Ela, que lançou há alguns meses o seu segundo álbum, Criador do Mundo, pretende agora gravar seu primeiro DVD.
O evento será realizado no Espaço Vida Nova em São Paulo. Com direção de Hugo Pessoa, o projeto vai contar com cenário especial que remete à identidade do trabalho recente. Entre as participações especiais: Leonardo Gonçalves, marido da cantora, Lito Atalaia e o Coral Aldeia Nissi.

Momento único

2014 tem sido um ano de grandes desafios para a cantora. Ela vive um momento único em sua carreira com um novo trabalho, onde ela pode expor de forma mais ousada suas referências musicais, com letras intensas e uma pegada forte na musicalidade. Alinhado a isso, veio a parceria com a gravadora Onimusic.
Além disso, ela está para inaugurar o ‘Dabazar’. Bazar virtual de roupas e assessórios idealizados por ela. Daniela Araújo tem seu estilo característico e além de gostar de inventar, o próprio público pedia dicas para a cantora. Daí surgiu a ideia do bazar.
O DVD vem selar este ano como um marco em sua trajetória. Poucos são os nomes do mercado da música gospel que conseguem alcançar números tão expressivos como Daniela Araújo.
Sua página oficial no Facebook já aglomera mais de 700 mil seguidores, são mais 20 fã-clubes oficiais em todo o país e o CD é sucesso de venda no perfil digital. Prova disso é que cerca de 1300 pessoas vão se reunir para poder viver este momento único com ela, na noite do dia 20 de setembro. Um evento bem ousado para uma artista tão nova.
A Universal Christian Group está contando os dias para o lançamento do CD “IDE” do cantor Thalles Roberto. Este será o primeiro trabalho de músico pela gravadora e a expectativa é grande tanto da empresa, como dos fãs.
Na semana passada a música de trabalho “Espírito Santo” foi distribuída para todas as rádios do país. A canção é de autoria de Thalles Roberto e ele explicou como foi o processo de criação.
“Essa música foi escrita quando eu entendi que não conseguimos viver a nossa plenitude se nós mesmos formos os condutores do barco! Nós não somos os criadores e nem temos um ‘manual’. O ‘Fabricante’ sabe exatamente do que somos formados, conhece os nossos limites e sabe exatamente o que é melhor pra nós”, disse.
Na canção Thalles perde perdão ao Espírito Santo por o ter desvalorizado e não aceitado a Sua vontade. “O mundo inteiro vai entender através dessa música que se entregarmos a direção da nossa vida a Ele, todo o restante vai se encontrar Nele”.
No final da semana a gravadora divulgou a capa depois que o apóstolo Estevam Hernandes, líder da Igreja Renascer, adiantou o projeto gráfico ao mostrar um grande quadro que recebeu do cantor.
Metade do valor arrecadado pela venda deste CD será doado para a Igreja Renascer que está com projetos para melhorar a qualidade do sinal da Rede Gospel de Televisão. Foi para selar esta aliança que Thalles autografou um grande quadro com a capa do CD “IDE” e entregou ao líder religioso.
“50% do valor arrecadado, com a venda do meu novo projeto, eu vou semear no processo de digitalização da Rede Gospel de Televisão, os outros 50% eu vou destinar à uma instituição missionária. Este quadro é grande como o amor que eu sinto por vocês! É um memorial, para mostrar a aliança que eu tenho com esse ministério”, disse Thalles.
O lançamento do CD não teve data divulgada.
Quem já pensou em formar uma banda sabe como é difícil encontrar um bom nome para dar ao grupo, mas engana-se quem pensa que artistas solos também não sofrem na hora de escolher um nome artístico.
Talvez você não saiba, mas no meio evangélico muitos cantores são conhecidos por nomes criados comercialmente. Quer um exemplo? O nome verdadeiro dos irmãos que formam a dupla Rayssa e Ravel é Cláudia e Francilano. Quer mais exemplos? O interprete de “Faz um Milagre em Mim” se chama João Geraldo, não Regis Danese; Mattos Nascimento é o pseudônimo de Matusael Nascimento e Jotta A é o nome artístico de José Antônio.
Usar nomes fictícios é uma prática comum no meio artístico e permitido pela Lei dos Direitos Autorais, assim os artistas estão autorizados a escolherem um nome para ocultar o nome verdadeiro.
Para um dos sócios da Agência Petra, especializada em assessoria artística, é importante pensar em um nome artístico, principalmente quando o artista tem um nome difícil de ser pronunciado. “Um nome artístico é o mesmo que escolher um nome de empresa”, diz ele.
Ao longo desses anos que trabalha com música evangélica, Alex percebe a dificuldade que muitos cantores sentem ao escolherem um pseudônimo para lançarem seus discos e iniciar uma carreira. Muitos escolhem nomes difíceis de serem ditos e ao se apresentarem ouvem um “como é?” o que mostra que algo está errado com o nome escolhido.
“Não existe uma receita para a escolha de um nome artístico ideal, e muito menos precisa ser seu nome de batismo, mas é de extrema importância entender que é preciso evitar nomes em que a ortografia e fonética sejam complicadas demais”, ensina ele que é tecladista da banda Adoração e Intimidade.
Atuando com a Agência Petra, Alex Eduardo e sua sócia, a jornalista Viviane Eduardo, percebem uma relutância de cantores que não aceitam trocar o nome artístico já escolhido quando começam a produzir um CD.
“Este é um assunto que pra muitos pode soar bobo e sem sentido, principalmente para aqueles que acreditam que só levar a mensagem de Deus basta”, pontua ele que ainda dá uma ótima dica: pesquise se o nome já não está sendo usado e se ele está disponível nas principais redes sociais.
Em seu perfil pessoal no Facebook Alex falou sobre o assunto e citou alguns nomes artísticos ao lado dos nomes verdadeiros dos cantores, seus amigos do meio evangélico aproveitaram o tema e revelaram a identidade de outros grandes nomes da música evangélica brasileira.