Abner Ferreira garantiu proteção a testemunha em caso Daniella Perez Após 20 anos pastor fala pela primeira vez sobre o caso

O pastor Abner Ferreira, presidente da Igreja Assembleia de Deus em Madureira, Rio de Janeiro, encaminhou uma nota ao Gospel Prime explicando a participação da liderança do Ministério de Madureira no caso Daniella Perez, há 20 anos. O líder resolveu explicar a participação do ministério após Glória Perez, mãe da atriz assassinada pelos também atores Paula Thomaz e Guilherme de Pádua ter
agradecido ao Bispo Manoel Ferreira, presidente da Convenção Nacional das Assembleias de Deus no Brasil, por conseguir convencer o frentista evangélico, Antonio Clarete, de testemunhar contra os assassinos. Segundo nota encaminhada pela assessoria do pastor Abner, Clarete era membro de uma das congregações presididas pelo líder da igreja mãe do Ministério de Madureira e ele teria recebido pessoalmente a autora Glória Perez que pedia encarecidamente que orientasse o frentista a testemunhar contra os assassinos. “A senhora Glória Perez esteve em meu gabinete pastoral, na Assembleia de Deus em Madureira, pedindo encarecidamente que eu, como pastor do irmão Antônio Clarete (ele era membro de uma de nossas congregações), lhe orientasse a testemunhar. Ele era a testemunha chave. Clarete, como frentista do posto, havia lavado o carro com o sangue daquela jovem”, explica o pastor. Abner justifica que em nenhum momento, nem ele, nem o Bispo Manoel Ferreira compartilharam o episódio com ninguém em total respeito à família enlutada, “e, principalmente, em respeito àquela mãe com seu coração dilacerado”, escreve. Ao decidir testemunhar, o frentista Antonio Clarete foi demitido do posto e ficou trabalhando uns três anos como vigia do templo em Madureira. “Antônio Clarete estava, na época, com um enorme medo de testemunhar, dada a repercussão na Mídia nacional e internacional. Ele temia e queria proteger sua família, de qualquer retaliação. Eu me reuni junto com o Bispo Manoel Ferreira, em nosso gabinete pastoral, e orientamos a ele sobre o dever de como cristão e cidadão testemunhar o que ele havia presenciado. Garantimos a ele que nada de mal haveria de acontecer a ele, e, que o fato de ter testemunhado aquele infortúnio, não fazia dele alguém que havia cometido um ato ilícito. Que seu testemunho iria contribuir por demais com a justiça brasileira, na elucidação total daquele crime hediondo e bárbaro”, concluiu. Leia a nota na íntegra: “Meus amigos, Interessante, que este frentista foi demitido, e nós admitimos Antônio Clarete, que ficou trabalhando uns três anos conosco como um dos vigias do templo. Depois ele consegui um novo emprego. A senhora Glória Perez esteve em meu gabinete pastoral, na Assembleia de Deus em Madureira, pedindo encarecidamente que eu, como pastor do irmão Antônio Clarete (ele era membro de uma de nossas congregações), lhe orientasse a testemunhar. Ele era a testemunha chave. Clarete, como frentista do posto, havia lavado o carro com o sangue daquela jovem. Eis que, como pastor, me vi diante uma mãe, com o coração totalmente dilacerado, pedindo por justiça. Antônio Clarete estava, na época, com um enorme medo de testemunhar, dada a repercussão na Mídia nacional e internacional. Ele temia e queria proteger sua família, de qualquer retaliação. Eu me reuni junto com o Bispo Manoel Ferreira, em nosso gabinete pastoral, e orientamos a ele sobre o dever de como cristão e cidadão testemunhar o que ele havia presenciado. Garantimos a ele que nada de mal haveria de acontecer a ele, e, que o fato de ter testemunhado aquele infortúnio, não fazia dele alguém que havia um ato ilícito. Que seu testemunho iria contribuir por demais com a justiça brasileira, na elucidação total daquele crime hediondo e bárbaro. Antônio Clarete compareceu no Tribunal de Júri, testemunhou a verdade, e o assassino foi condenado. Nunca, em momento algum, durante estes mais de vinte anos passados, nem eu, pastor Abner Ferreira, nem o Bispo Manoel Ferreira, compartilhamos isto com ninguém, em total respeito à família enlutada, e, principalmente, em respeito àquela mãe com seu coração dilacerado. Só resolvi compartilhar isto agora, pois a senhora Glória Perez, ao recordar este bárbaro episódio prestou um preito de gratidão citando nominalmente Bispo Manoel Ferreira. Que Deus se apiede e conforte o coração desta mãe, que lutou incansavelmente em busca da justiça contra a atrocidade praticada contra sua queira e amada filha. Pastor Abner Ferreira” http://noticias.gospelprime.com.br/abner-ferreira-caso-daniella-perez/
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