Pastores presos agiam na Maranata mesmo afastados, diz MP-ES

Pastores presos agiam na Maranata mesmo afastados, diz MP-ESPastores presos agiam na Maranata mesmo afastados
O promotor de Justiça Paulo Panaro, do Ministério Público do Estado do Espírito Santo, informou que mesmo afastados, os dez pastores da Igreja Cristã Maranata (ICM) que foram presos nesta segunda-feira (24) ainda participavam da administração da igreja.
A prática de crimes como estelionato de forma indireta foi notada pelas investigações que resolveu manter os líderes, incluindo o fundador Gedelti Gueiros, presos por tempo indeterminado.

“Embora haja uma ordem judicial afastando-os da administração, os acusados continuavam praticando os mesmos atos ilícitos de forma indireta. Ficou claro que o ex-presidente da instituição continuava participando da administração”, disse Panaro que recebeu o depoimento de testemunhas.
O MP-ES também afastou o interventor que assumiu a administração da igreja a mando da Justiça. Júlio Cezar Costa ficou pouco tempo no cargo, pois as investigações apontaram que ele tinha ligação com Gedelti.
No lugar de Costa a justiça escolheu Antônio Barroso Ribeiro, ex-membro da ICM, que conhece a doutrina e estrutura administrativa, sendo então mais qualificado para atuar enquanto as investigações não são concluídas.
Além de Gedelti, estão detidos os pastores Antônio Angelo Pereira dos Santos, Antonio Carlos Rodrigues de Oliveira, Antonio Carlos Peixoto, Amadeu Loureiro Lopes, Carlos Itamar Coelho Pimenta, Arlínio de Oliveira Rocha, Jarbas Duarte Filho, Wallace Rozetti e Leonardo Meirelles de Alvarenga.
As investigações contra a liderança da Igreja Maranata começaram em 2012 quando o MP-ES denunciou 19 pessoas ligadas à denominação. Os acusados podem responder pelos crimes de estelionato, formação de quadrilha e duplicada simulada. Mais de R$ 20 milhões teriam sido desviados dos cofres da igreja. Com informações G1.
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