Mando para segundo turno qualquer candidato, diz Marco Feliciano

por Leiliane Roberta Lopes

Mando para segundo turno qualquer candidato, diz Marco FelicianoMe tornei um símbolo dos conservadores, diz Marco Feliciano
Em entrevista ao “Blog da Folha”, do jornal Folha de Pernambuco, o deputado federal pastor Marco Feliciano comentou sobre suas aspirações políticas sem deixar passar as polêmicas que envolveram o seu nome desde que assumiu a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara (CDHM).
Faltando pouco mais de um ano para encerrar seu primeiro mandato político, Feliciano, que foi eleito com mais de 212 mil votos, está certo de que tentará se reeleger, mas demonstra também interesse por outras vagas que exigiriam um número bem maior de votos.

“Hoje, eu sou apenas um pré-candidato à reeleição como deputado federal”, afirmou citando que o PSC recebe muitas ligações que sugerindo que ele venha a ser o candidato do partido pelo cargo de Presidente da República.
“Me chegam informações de que a ouvidoria do partido recebe hoje uma média de mil ligações diárias. Dessas mil, 1001 é perguntando o motivo de eu não ser o candidato a presidente pelo partido. Então, eu não sei o que pode acontecer daqui para frente”.
Para o cargo no Senado o parlamentar evangélico também recebeu convites, mas ele tem ciência de que em 2014 só conquistará a vaga (uma única vaga apenas) para quem conquistar mais de 11 milhões de votos, números que até poderiam transformá-lo em presidente.
Pode parecer um número de votos muito alto para um país onde a igreja evangélica não entra em acordo, mas Feliciano tem conquistado apoio de outros segmentos religiosos, o que para ele reflete o sinal dos setores conservadores que enxergam nele um representante dos valores morais.
“Depois do que aconteceu na Comissão de Direitos Humanos, eu me tornei um símbolo. Um símbolo de uma resistência, um símbolo da fé cristã e o símbolo dos conservadores que aparentemente não existem mais no Brasil”, disse.
Em suas viagens pelo país Feliciano percebe que muitos não-evangélicos passaram a admirá-lo e oferecem apoio para que ele continue lutando pelos princípios da família. Católicos, espíritas e até mesmo ateus conservadores já se manifestaram em defesa do parlamentar que sofreu, e ainda sofre, uma série de críticas por conta de suas opiniões a respeito do aborto e da união de pessoas do mesmo sexo.
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